@RegisMesquita

Apr 19

Cartas a um Jovem Programador Parte 2:

  • Douglas Moura 14 de abril às 14 28 :
  • Poxa, pode publicar meu nome sim. Belos conselhos, vou adiquirir alguns livros que vc recomendou... Estava pensando em fazer Java, tenho medo de ser uma programação muito complicada pra uma pessoa que esteja começando agora, mas como vc disse, tem que aprender cada coisa nova no dia-a-dia... E claro algumas amizades no ramo sempre ajuda, a escola que vou fazer será o Senai, pois jah fiz alguns cursos lá... Certificações Microsoft. Vc tem alguma?
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  • Régis David Souza Mesquita 14 de abril às 14 32 :
  • Sou contra certificações... qualquer um pode tirar uma certificação e sendo assim em minha opinião , ela não "certifica" nada...
  • Um bom profissional não precisa de um papel para mostrar que ele é bom.
  • Douglas Moura 18 de abril às 21 46 :
  • Estava vendo no jornal, empregos na área de T.I. estão bem remunerados. Fizeram uma comparação e esse profissional aqui está tão bem quanto um profissional da Europa. Isso é ótimo, mas nós sabemos que está tudo isso, por um simples motivo: NÃO TEM MUITOS PROFISSIONAIS QUALIFICADOS, e tem até mesmo bons profissionais, que não conseguem se firma em alguma empresa que tenha uma obrigação de ter certificação.
  • Régis David Souza Mesquita 18 de abril às 23 01 :
  • Essas empresa não se daria bem com esse tipo de profissional , pense no emprego como um relacionamento , não é porque é gostosa(salário bom) que você vai namorar, escolha o lugar onde trabalhar por empatia...
  • O tipo de profissional que não tem interesse em certificações não se daria bem em uma empresa dessas que pede certificação pelo simples motivo que a filosofia deles não bate.
  • Diferente da arquitetura computacional , o mercado de computação não é binario , existem N tipos de profissionais e N tipos de empresa , não escolha onde você vai trabalhar com base apenas no quanto vão te pagar ou no titulo do seu cargo , mas por empatia com a empresa, veja o modelo de criação de software , a filosofia da empresa e por ai vai.
  • Lembre-se o seu trabalho é parte da sua vida pense nele como um relacionamento , você não vai querer gastar tempo que não voltam mais preso a uma mulher burra como uma porta e antipática como o inferno só porque ela é gostosa.
  • Douglas Moura 19 de abril às 01 41 :
  • Poxa sigo o exemplo de uma pessoa que não tive o prazer de conhecer, ele teve uma oferta muito boa para trabalhar em uma empresa onde receberia um valor bastante agradável. Ele recusou pelo fato da empresa de onde ele trabalha lhe dar um mais conforto em seu dia a dia. A chave está aí, a empresa valorizar o funcionário. Independente do salário, ele prefere estar em um lugar onde ele se sente a vontade, pois apesar de tdo, ele ama o trabalho dele. E salário é um detalhe. Vc esta quanto tempo na área? Adorei a comparação com a mulher gostosa. Rs.
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  • Régis David Souza Mesquita 19 de abril às 01 59 :
  • Eu programo desde os 12 anos mas meu primeiro trabalho com pagamento de verdade foi aos 15 com um software de automação industrial.
  • O salário é sim um detalhe , você precisa dele para pagar suas contas mas não deve ser movido pelo pagamento. Se você fizer o que você gosta feliz você vai fazer um bom trabalho e o bom trabalho é acompanhado por um bom pagamento.
  • Hoje em dia sou uma das pessoas que recebe um salário alto entre os desenvolvedores que conheço mas nunca dei um peso consideravel para isso , recebi uma proposta para ganhar mais recentemente mas eu teria que trabalhar local , naquele horario fixo tradicional , CLT e tudo mais... e isso tudo é algo na minha opinião que é um saco logo recusei sem nenhum peso na consciência.
  • Lembrando que não to dizendo que CLT , horario fixo e trabalho local sejam o inferno , estou dizendo que para mim é o inferno, eu não iria produzir um bom software nessas condições mas muitos querem essas condições e seriam ótimos profissionais sob esse cenário...